O Ministério de Portos e Aeroportos acionou as empresas aéreas para cobrar esclarecimentos a respeito de notícias sobre cancelamentos de voos que pudessem prejudicar a participação dos cidadãos no pleito deste domingo, 25. O órgão gubernamental também determinou que a Agência Nacional de Aviação Civil monitore de perto a dinâmica e a frequência de eventuais supressões de partidas ao longo do dia.
Justificativa das empresas e normalidade
De acordo com os dados repassados pelas companhias e destacados pela pasta, apenas três decolagens foram interrompidas por questões estritamente operacionais. A garantia oficial é de que todos os viajantes afetados foram devidamente remanejados para outros voos. A Anac reiterou que o sistema opera dentro da normalidade, lembrando que o país registra uma média superior a 3 mil decolagens diárias.
Garantia de mobilidade para os eleitores
Em nota oficial distribuída à imprensa, o governo destacou o compromisso com a infraestrutura logística do setor durante o período de votação. “O Ministério de Portos e Aeroportos reafirma que a infraestrutura aeroportuária brasileira está preparada para atender à população, garantindo as condições necessárias de segurança, regularidade e eficiência das operações”, declarou a pasta.
Monitoramento contínuo
Para assegurar que nenhum cidadão perca o pleito por falhas no transporte aéreo, o governo federal informou que manterá a vigilância sobre os terminais e as companhias durante todo o período eleitoral.
A atuação conjunta entre o ministério e os órgãos reguladores tem como objetivo principal coibir qualquer interferência no direito de sufrágio, mantendo o compromisso de “identificar prontamente eventuais problemas e assegurar a adoção das medidas necessárias para garantir o deslocamento dos eleitores” até o encerramento da votação.



