sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Brasil

Datafolha aponta empate técnico na rejeição entre Flávio Bolsonaro e Lula

Levantamento nacional ouviu mais de 2,5 mil eleitores em outubro para medir o cenário da corrida ao Palácio do Planalto

Datafolha: Flávio Bolsonaro é rejeitado por 46%; Lula, por 45%

Levantamento inédito do instituto Datafolha divulgado nesta quinta-feira (22) revelou um cenário de forte polarização na corrida ao Palácio do Planalto. Os dados apontam que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registram patamares muito próximos de rejeição entre os eleitores brasileiros.

Índices de rejeição dos presidenciáveis

De acordo com os números da pesquisa, o parlamentar do PL é rejeitado por 46% do eleitorado, mantendo exatamente o mesmo percentual registrado na rodada anterior do levantamento. Por outro lado, o atual chefe do Executivo federal enfrenta a oposição de 45% dos consultados, apresentando uma oscilação positiva de dois pontos percentuais em relação ao índice passado, quando marcava 43%.

Ficha técnica e metodologia do levantamento

A coleta de opiniões foi realizada presencialmente entre os dias 20 e 22 de outubro, período em que o instituto ouviu 2.520 pessoas em todo o país. O nível de confiança da sondagem é de 95%, com uma margem de erro estimada em dois pontos percentuais para mais ou para menos. O registro oficial do estudo foi devidamente realizado junto ao Tribunal Superior Eleitoral sob a identificação BR-09709/2026.

Divisão dos eleitores indecisos ou sem rejeição

O estudo demoscópico também mapeou o comportamento dos votantes que não se enquadram na rejeição direta aos dois principais nomes. Do total de entrevistados, 6% declararam que não rejeitam nenhum dos postulantes ao cargo máximo do Executivo nacional. Além disso, o grupo daqueles que afirmaram rejeitar simultaneamente tanto o petista quanto o senador somou 3% da amostra total.

Esses números ajudam a desenhar o panorama político atual e demonstram a estabilidade na aversão pública a figuras centrais da política brasileira, servindo de termômetro para as estratégias das campanhas rumo ao pleito presidencial.

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