sábado, 24 de outubro de 2026
Brasil

Flávio rejeita privatizações e promete reajuste em debate presidencial

Senador e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva protagonizam embate decisivo acirrado em empate técnico nas pesquisas

Flávio diz que vai reajustar, mas não irá privatizar Petrobras, Caixa e BB: ‘fake news’

Durante o debate eleitoral transmitido pela TV Globo nesta sexta-feira, o senador Flávio Bolsonaro (PL) negou planos de privatizar grandes empresas estatais e garantiu que vai alterar os valores das aposentadorias de acordo com o piso nacional, rebatendo acusações do atual mandatário.

Defesa das empresas estatais e aposentadorias

O parlamentar aproveitou o confronto direto contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para classificar os boatos sobre desestatização como boatos infundados propagados por seus opositores políticos durante a disputa pelo Palácio do Planalto.

“Com certeza, vou reajustar sim. Eu não vou privatizar Caixa, Banco do Brasil e Petrobras. São essas fake news que ele está falando”, declarou o candidato.

Propostas para a Região Sul e investimentos federais

Além dos temas econômicos, o representante do Partido Liberal acusou o adversário de negligência com os estados sulistas e apresentou compromissos específicos de infraestrutura e apoio financeiro para a localidade afetada por crises recentes.

O senador prometeu atuar para amenizar a dívida do Rio Grande do Sul e comprar bombas d’água para reconstruir o Estado. O senador também disse que vai investir em rodovias de Santa Catarina.

Disputa acirrada na reta final

O encontro desta sexta-feira é considerado pelas campanhas como crucial para definir o próximo presidente daqui a quatro anos. Isso ocorre porque tanto Lula quanto Flávio estão em empate técnico. Por isso, as duas campanhas prepararam os presidenciáveis para atrair o máximo de eleitores indecisos nesta reta final.

Com o cenário de empate técnico entre os principais concorrentes, cada minuto de confronto televisivo ganhou peso estratégico para consolidar bases e conquistar o eleitorado que ainda não definiu seu voto para o comando do país.

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