O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, utilizou as redes sociais para parabenizar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela vitória no segundo turno das eleições presidenciais. Na mensagem publicada nesta segunda-feira (26), o mandatário ucraniano expressou gratidão pelo posicionamento do governo brasileiro em relação aos conflitos no Leste Europeu e projetou o fortalecimento dos laços diplomáticos.
Mensagem oficial e cooperação bilateral
Durante o pronunciamento virtual, o chefe de Estado da Ucrânia fez questão de valorizar a postura do país sul-americano. “Agradecemos ao Brasil pelo apoio inabalável à soberania e à integridade territorial da Ucrânia. Contamos com a expansão da nossa cooperação e parabenizamos o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo impressionante resultado nas eleições”, declarou o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.
O líder europeu também pontuou que o pleito brasileiro atraiu olhares de diversos países e destacou a relevância de uma atuação firme do Brasil em fóruns globais. “Para nós na Ucrânia, é importante que o Brasil continue a desempenhar um papel ativo nos assuntos internacionais e contribua para a proteção eficaz dos direitos humanos, dos direitos dos povos e dos direitos dos Estados”, complementou.
Conquista eleitoral e repercussão internacional
O petista garantiu a vitória no domingo (25) ao superar o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo Palácio do Planalto. O resultado consolidou 51,79% dos votos válidos para o candidato do PT, somando 64,2 milhões de eleitores, ao passo que o adversário alcançou 48,21%, correspondente a cerca de 59,8 milhões de votos.
Próximo mandato e desafios econômicos
Com a definição das urnas, o político assumirá em janeiro de 2027 a sua quarta gestão à frente do Executivo federal, somando os dois períodos governamentais entre 2003 e 2010 e o mandato vigente iniciado em 2023. A vitória histórica repercutiu fortemente na imprensa estrangeira, que ressaltou tanto a habilidade de articulação política quanto os cenários complexos na economia e nas relações exteriores que o governo enfrentará nos próximos anos.



