O fim da escala 6×1 foi adotado pelo presidente da República como uma das principais bandeiras políticas de sua campanha para 2026, transformando-se em um marco decisivo na agenda trabalhista brasileira e na disputa pelo eleitorado.
O embate político e a tramitação no senado
Durante a tramitação da proposta no Senado, o presidente chamou a votação de um primeiro teste para o PL e passou a usar o tema como contraste político com Flávio Bolsonaro. A movimentação evidenciou a estratégia do governo de polarizar o debate econômico e social com a oposição.
Vitória dos trabalhadores e nova jornada semanal
Depois da aprovação e promulgação da mudança, Lula classificou o resultado como uma vitória dos trabalhadores e defendeu a redução da jornada sem corte salarial. O texto normativo acabou promulgado na reta final da eleição, estabelecendo a diminuição gradual do limite de trabalho para 40 horas por semana.
Garantias e adaptação do setor produtivo
A nova legislação assegura dois dias de descanso obrigatório para os empregados, mantendo a remuneração integral intacta. Na cerimônia, Lula afirmou que a intenção não é levar empresas à quebra e defendeu negociação para resolver dificuldades de adaptação.
Com a implementação da medida já em curso, o governo monitora os reflexos econômicos da transição, apostando na repercussão positiva da nova jornada entre a classe trabalhadora para consolidar sua base de apoio rumo ao próximo pleito.



