sábado, 7 de novembro de 2026
Brasil

Donald Trump convida chefe do UFC para ser porta-voz da Casa Branca

Mandatário americano também sugeriu nomes de grandes lutadores de MMA para atuar como assistentes do cargo oficial.

Trump oferece ao presidente do UFC cargo de porta-voz da Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou neste sábado (7) que convidou Dana White, principal dirigente do UFC, para assumir a função de secretário de imprensa da Casa Branca. A declaração foi feita por meio de uma postagem na rede social Truth Social, onde o mandatário suplicou: Dana, por favor, aceite o emprego!

Sugestão de equipe com astros do MMA

Na mesma postagem na internet, o chefe do executivo americano sugeriu que o líder da organização de artes marciais mistas trouxesse lutadores renomados para compor sua equipe de assistentes. A lista de nomes apontados incluiu Islam Makhachev, Khabib Nurmagomedov, Justin Gaethje, Daniel Cormier, Amanda Nunes e Kayla Harrison.

Defesa contra opositores

O presidente dos EUA admitiu publicamente que boa parte dos atletas citados não possui cidadania americana, mas justificou a escolha ao declarar que precisamos dessas pessoas para nos defender da esquerda lunática. Vale lembrar que a Secretaria de Imprensa é comandada por Katie Zacharia desde o mês de outubro, após a saída de Karoline Leavitt em agosto.

Acusações contra o Partido Democrata

Em outra postagem realizada no mesmo dia, o republicano intensificou as críticas contra os opositores políticos. O líder norte-americano voltou a alegar que os democratas estariam intimidando financiadores e membros de sua legenda, horas depois de ordenar que o Departamento de Justiça investigue supostas ameaças de prisão e impeachment direcionadas aos seus aliados.

O mandatário qualificou as supostas intimidações como sem precedentes e totalmente ilegais, incentivando que as denúncias fossem encaminhadas diretamente a ele ou às autoridades federais, defendendo que os envolvidos deveriam ir para a cadeia. As tensões políticas escalam após a conquista da maioria no Senado e na Câmara pelos democratas nas eleições legislativas do dia 3 de novembro, embora o governo não tenha apresentado provas nominais das ameaças mencionadas.

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