O Grêmio reclamou intensamente de um lance polêmico envolvendo o atacante Carlos Vinícius logo no início do segundo tempo da partida contra o Atlético-MG, realizada neste domingo, na Arena. O confronto é válido pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil.
Lance polêmico na segunda etapa
A jogada que gerou protestos dos atletas gaúchos aconteceu aos cinco minutos da etapa complementar. Amuzu cobrou escanteio na primeira trave, Wallace se antecipou e mandou uma cabeçada cruzada. Durante a jogada, os jogadores gremistas cobraram o árbitro após Renan Lodi, atleta do clube mineiro, puxar a camisa de Carlos Vinícius dentro da área.
Decisão da arbitragem e uso do VAR
Em campo, o árbitro Davi De Oliveira Lacerda (ES) mandou o jogo seguir e não assinalou a penalidade máxima. Além disso, Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN), que estava no comando da arbitragem de vídeo, optou por não recomendar a revisão do lance no VAR.
Paralisação e atitude de Renato Gaúcho
Pouco depois da polêmica, torcedores posicionados no setor norte do estádio acenderam sinalizadores. Por conta da fumaça e das regras de segurança, a arbitragem precisou paralisar o andamento da partida temporariamente. O técnico Renato Gaúcho precisou se deslocar até a arquibancada para pedir diretamente aos torcedores que apagassem os artefatos pirotécnicos. A bola voltou a rolar após dois minutos de interrupção.
A partida decisiva segue mobilizando a torcida tricolor em busca de uma vaga na grande final do torneio nacional, com os bastidores e lances capitais repercutindo fortemente entre os torcedores e a imprensa esportiva.




