O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que seu opositor, o candidato Flávio Bolsonaro (PL), atua como “cúmplice” do assassinato da menina Ana Clara. A declaração foi feita nesta quinta-feira durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais.
Críticas durante transmissão ao vivo
O tema foi abordado enquanto o petista conversava por vídeo com a atriz Camila Pitanga e participava de uma live organizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). Na ocasião, o chefe do Executivo questionou a postura do parlamentar opositor no caso.
“Como é que um ser humano, que é senador da República, que é pai, tem coragem de trabalhar para que o assassino de uma criança não seja condenado?”, questionou, em live promovida pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).
“Ele ainda tenta raspar o número da bala, para que as pessoas não saibam de onde veio a bala. Então, não é só que ele é cúmplice de um assassinato, ele não quer que as pessoas saibam a verdade”, completou, ao conversar por vídeo com a atriz Camila Pitanga.
Origem do confronto político
O episódio envolvendo a morte de Ana Clara ganhou evidência pública durante o debate promovido em conjunto pela Band e pela Jovem Pan no último domingo (18). Na ocasião, o atual presidente cobrou esclarecimentos do adversário político por sua atuação prévia como defensor legal do policial militar Bruno Dias Delaroli, apontado como autor do disparo fatal contra Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, em fevereiro de 2021, na cidade de Niterói.
A defesa do senador
Em resposta às acusações feitas no debate, o senador argumentou que a prática legal não deve ser alvo de criminalização. “Nem teve julgamento e você condenou o cara”, respondeu.
Durante a live recente, Janones avaliou que a vantagem do petista sobre o rival na disputa eleitoral atual deve superar a margem registrada no pleito passado. O parlamentar mineiro também fez um alerta aos eleitores e apoiadores sobre a necessidade de manter a mobilização política até o fim da corrida eleitoral.



