A Confederação Nacional da Indústria (CNI) manifestou-se nesta segunda-feira (26) em favor da pacificação do país após o encerramento do processo eleitoral. Por meio de um comunicado oficial, a instituição colocou o setor produtivo à disposição para colaborar com debates, projetos e alternativas viáveis para o avanço brasileiro.
Superação de divisões políticas
Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, o momento exige esforços conjuntos em prol do progresso coletivo, superando polarizações que dificultam o avanço nacional. Ricardo Alban enfatizou que a reconstrução do país depende do engajamento mútuo entre autoridades, trabalhadores, empregadores e cidadãos.
“Precisamos convergir para um único Brasil, uma única sociedade. E, para isso, o primeiro passo é definitivamente excluirmos do nosso vocabulário ‘nós e eles’. Temos que ser uma única nação”, afirma o presidente da CNI, Ricardo Alban.
Propostas para o futuro econômico
Durante a fase pré-eleitoral, a entidade entregou aos postulantes ao Palácio do Planalto a agenda estratégica batizada de Brasil 2050, que compila iniciativas para impulsionar a expansão sustentável e o bem-estar social.
Aceleração de projetos estruturantes
O plano visa garantir que o país alcance patamares mais elevados de competitividade e modernidade nos próximos anos, superando gargalos históricos.
“A convergência entre esses atores é necessária para fortalecer a democracia e ampliar as perspectivas para as próximas gerações”, afirma.
A liderança industrial encerrou reforçando a urgência de transformar o potencial nacional em realizações concretas no presente, deixando para trás o rótulo histórico de promessas não cumpridas. “O Brasil precisa e merece ter um futuro. Nós já estamos cansados e podemos dizer: chega de conjugar que o Brasil é o país do futuro. Nós precisamos ser o futuro já”, afirma.



