terça-feira, 27 de outubro de 2026
Brasil

Cni defende união nacional e propõe diálogo após eleições

Entidade patronal coloca projetos estruturantes à disposição do governo para acelerar o crescimento do país.

Após eleições, CNI pede união e se põe à disposição para colaborar com propostas

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) manifestou-se nesta segunda-feira (26) em favor da pacificação do país após o encerramento do processo eleitoral. Por meio de um comunicado oficial, a instituição colocou o setor produtivo à disposição para colaborar com debates, projetos e alternativas viáveis para o avanço brasileiro.

Superação de divisões políticas

Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, o momento exige esforços conjuntos em prol do progresso coletivo, superando polarizações que dificultam o avanço nacional. Ricardo Alban enfatizou que a reconstrução do país depende do engajamento mútuo entre autoridades, trabalhadores, empregadores e cidadãos.

“Precisamos convergir para um único Brasil, uma única sociedade. E, para isso, o primeiro passo é definitivamente excluirmos do nosso vocabulário ‘nós e eles’. Temos que ser uma única nação”, afirma o presidente da CNI, Ricardo Alban.

Propostas para o futuro econômico

Durante a fase pré-eleitoral, a entidade entregou aos postulantes ao Palácio do Planalto a agenda estratégica batizada de Brasil 2050, que compila iniciativas para impulsionar a expansão sustentável e o bem-estar social.

Aceleração de projetos estruturantes

O plano visa garantir que o país alcance patamares mais elevados de competitividade e modernidade nos próximos anos, superando gargalos históricos.

“A convergência entre esses atores é necessária para fortalecer a democracia e ampliar as perspectivas para as próximas gerações”, afirma.

A liderança industrial encerrou reforçando a urgência de transformar o potencial nacional em realizações concretas no presente, deixando para trás o rótulo histórico de promessas não cumpridas. “O Brasil precisa e merece ter um futuro. Nós já estamos cansados e podemos dizer: chega de conjugar que o Brasil é o país do futuro. Nós precisamos ser o futuro já”, afirma.

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